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domingo, 18 de abril de 2010

Ciro Gomes e Beto Albuquerque desistirão da candidatura própria?

O PSB, sempre foi satélite do PT, cresceu assim, hoje possui vários estados sob seu comando, assim como senadores, deputados federais e estaduais.

Nunca teve coerencia alguma hora com a ultra direita, hora com a falsa esquerda para chegar ao seu objeitvo de governar, não mediram esforços. Vide aqui em Livramento, onde Wainer fez aliança com o PSDB de YEDA de Bernardo, ao qual era o maior, ou o mais feroz critico da rádio ao seu governo, somente com o abjetivo de reeleger, para isso teve que dar a Vice para o Gornatti, criar 5 secretarias e 40 cargos de cofiança. Teve apoio de todos os vereadores, digo todos e afirmo, pois o Melado do PTB, votou a favor públicamente, os ditos opositores, Germano/Coronel/PTB, Carine PMDB, Glauber do PT, nada fizeram para impedir que assim fosse, vide agora o caso do estacionamento rotativo, onde demogógicamente o Coronel PTB, fez um abaixo-assinado para o governo retirar o projeto, muito  bem porque não fizeram abaixo assinado para a Santa Casa não fechar, para impedir a criação das secretarias e dos cargos de confiança.

Li outro dia que a negociação para que o Beto conseguisse uma aliança com o PP, Wainer disponibilizaria secretarias para o PP na prefeitura.
Mais adiante poderão ler que Wainer apoia claramente um aliança com Fogaça do PMDB, não é de duvidar que o PMDB local entre para o governo municipal, como moeda de troca nessa possivel coligação.

Estão racahdos, mas estão todos juntos.......
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Tanto no governo federal , estadual quanto municipal,
é necessário que o povo santanense não esqueça que foram eles os responsaveis pelo fechamento do Hospital Santa Casa por 5 meses, deixando nossa população ao merce e caos social, sendo que até hoje não sabemos os dados de quantos morreram neste periodo.

De concreto temos 106 trabalhadores demitidos, sem receber nada, mães chefes de familias desamparados, pela incopetencia e irresponsabilidades dos govenros, que preferem destruir o que temos, para fazer algo bem menor e dizer fui eu que fiz.
Esta chegando a hora de dar um basta, mostrar a nossa indignação, com a situação em que encontra a nossa cidade e região, expurgando todos estes políticos e seus partidos, através do voto nossa úncia arma.



Acompanhem a matéria sobre Ciro e Beto dos jornais.......

Magoado com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e na iminência de o PSB negar-lhe a candidatura à Presidência, Ciro Gomes decidiu mergulhar no isolamento. Há 20 dias, não fala com seus correligionários. O deputado se diz "injustiçado" pelo PSB, pelo PT e por Lula, que agiram para impedir alianças em torno de sua candidatura.


A gota d?água para a insatisfação de Ciro foi a visita da pré-candidata petista Dilma Rousseff ao Ceará, no início da semana passada. O Estado é o principal reduto eleitoral do socialista. Coube à ex-mulher de Ciro Gomes, a senadora Patrícia Saboya (PDT-CE), verbalizar a mágoa do deputado com o governo. "Não havia necessidade de a Dilma ir lá nesse momento. Foi um desrespeito ao Ciro por tudo que ele sacrificou pelo governo Lula."

Ciro sempre manifestou lealdade ao presidente Lula, lembra Patrícia. Transferiu seu domicílio eleitoral do Ceará para São Paulo, a pedido do presidente, com a finalidade de deixar uma porta aberta à possibilidade de disputar o governo paulista com o apoio do PT.

Lideranças do PSB também acusam o governo de intervir junto aos partidos para minar as alianças em torno do nome de Ciro. O partido chegou a oferecer a vice-presidência ao PP do senador Francisco Dornelles (RJ). Também conversaram com o PTB do ex-deputado Roberto Jefferson, aliado de Ciro nas eleições de 2002. O PTB optou, no entanto, pelo apoio à candidatura do tucano José Serra.

"Não digo que teve uma interferência direta do presidente Lula. Mas o PT tem feito essa interferência não só no plano nacional como nos Estados. O PT está usando sua força para nos isolar", reclamou o vice-presidente do PSB, Roberto Amaral. "De fato, a força do governo impediu que o PSB pudesse conseguir alianças", emendou o secretário-geral do partido, senador Renato Casagrande (ES).

Além da interferência nas possíveis alianças, Ciro Gomes também está decepcionado com a falta de qualquer gesto, pelo presidente Lula, de apreço político ou prestígio. Afinal, como o próprio Ciro gosta de lembrar, ele foi um dos mais fiéis aliados de Lula na época do escândalo do mensalão. Mas, até agora, não há sinal do Palácio do Planalto de entendimento com o deputado em troca de sua desistência da candidatura presidencial. As informações são do jornal O Estado de S. Paulo.







Zero-Hora 18 de abril de 10.

Caso se confirme a retirada da candidatura própria, o destino do PSB nas eleições para governador divide o partido no Rio Grande do Sul. A decisão de apoiar o PMDB de José Fogaça ou o PT de Tarso Genro coloca em campos opostos alguns dos principais líderes regionais da sigla.

A discussão sobre o rumo a ser seguido pelos socialistas será aprofundada hoje, em uma reunião da executiva estadual, e deverá se estender até o próximo sábado.

Oficialmente, o partido mantém o discurso de esgotar todas as possibilidades de buscar sustentação política antes de desistir da corrida pelo governo gaúcho. Porém, o acordo do PTB com o DEM, e a tendência de o PP apoiar a reeleição de Yeda Crusius (PSDB) dificultam a candidatura do deputado federal Beto Albuquerque por restringirem suas alianças ao PC do B.


O deputado estadual Heitor Schuch afirma que não está “esgotada ou eliminada por completo” a possibilidade de a sigla liderar uma chapa, mas admite que se trata de uma “pequena esperança”. Assim, ganha volume o debate sobre o destino do partido.


– Temos duas correntes bem posicionadas. Uma que quer voltar a fazer parte de uma frente de esquerda, e outra que entende que já estivemos ali, tivemos nosso aprendizado, e podemos ter outro projeto – revela Schuch.


A reunião da executiva deve dar início à fase de definições. Mas apenas no próximo sábado, após o encontro do diretório estadual, o futuro da sigla deverá se aclarar. Schuch adianta que, caso Beto deixe a disputa, defenderá a união com o PT.


– Temos de fazer a nossa inclinação por um projeto de esquerda, e me parece que quem está mais posicionado é o Tarso – argumenta.

Prefeito de Santana do Livramento, Wainer Machado se mostra inclinado a defender um acordo com o PMDB. Ele ilustra um dos argumentos da ala pró-Fogaça: o desgaste sentido em administrações petistas às quais prestaram apoio. Ele acredita que os aliados costumam ficar em segundo plano nos governos do PT.
“Sabemos como o PT age”

Wainer Machado (PSB), Prefeito de LivramentoO prefeito Wainer Machado (PSB) participou do governo Olívio Dutra, mas agora resiste a um acordo com o PT. Confira um trecho da entrevista:

Zero Hora – O senhor defende qual estratégia para o PSB: candidatura própria ou coligação?


Wainer Machado – Tenho visão firme da candidatura própria. É um desejo nosso, foi nossa primeira decisão e temos vontade de mantê-la.

ZH – Sem a candidatura própria, quem o PSB deve apoiar?

Machado – Já estivemos no governo com o PT, e sabemos como ele age com os aliados quando está no poder. Tu não fala com o governador, fala com a tendência. Acho também que o PT é nosso adversário em vários lugares. Temos de buscar um entendimento que privilegie as nossas propostas para o governo e uma relação de construção de futuro.

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