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quarta-feira, 30 de março de 2011

Noticias comentada sobre a divìda


O Portal G1 confirma os alertas constantes na edição de 9/12/2010 deste boletim, de que o Brasil pode comprar títulos da dívida de Portugal, sob a justificativa de combater a crise da dívida que afeta aquele país.


Ao mesmo tempo em que anuncia cortes de gastos sociais e alega a impossibilidade de aumentar o salário mínimo, as aposentadorias e os salários dos servidores públicos, o governo brasileiro acena com a ajuda financeira a Portugal, para que este país tente refinanciar sua questionável dívida.

Conforme mostra o Jornal Correio Braziliense, o governo cancelou concursos públicos e não aceita reajustar a Tabela do Imposto de Renda acima de 4,5%, enquanto a defasagem já chega a 54% frente à inflação. Tudo isso para viabilizar recursos para o pagamento da dívida.

Ou seja: o povo brasileiro, além de pagar o custo da questionável dívida brasileira - sofrendo com a carência de serviços públicos básicos, como saúde, educação, reforma agrária, etc - agora poderá pagar também o custo da questionável dívida de Portugal, contribuindo para salvar bancos, que agora especulam contra o próprio país, cobrando altos juros para refinanciar a dívida portuguesa.

As dívidas dos países europeus também se multiplicam devido à opção de reduzir drasticamente os impostos sobre os mais ricos: de 1995 a 2010, a alíquota máxima sobre a renda das empresas portuguesas caiu de 40% para 26,5%, conforme mostra Relatório da Comissão Européia (pág 31).

No Brasil, ao mesmo tempo em que qualquer aumento de gasto social ameaça a meta do “superávit primário”, os investimentos em títulos de dívida pública de outros países não influenciam tal meta, razão pela qual podem ser feitos sem limite.

Caso se confirme esta compra de títulos portugueses pelo Brasil, muito provavelmente isso será fortemente explorado pelo governo como mais uma suposta prova da “independência” do Brasil, que agora estaria salvando da crise a sua antiga Metrópole, e se tornando credor dela.

Porém, os recursos que o Brasil tem destinado para comprar títulos de outros países (como os EUA) têm sido obtidos às custas de aumento da dívida interna, que paga os maiores juros do mundo, às custas do povo.

domingo, 27 de março de 2011

Caixa de Pandora


Pandora, foi a primeira mulher que existiu, criada por Aquiles (deus do fogo, dos metais e da metalurgia) e Atena (deusa da guerra, da gurra) auxiliados por todos os deuses e sob as ordens de Netuno. Cada um lhe deu uma qualidade. Recebeu de um a graça, de outro a beleza, de outros a persuasão, a inteligência, a paciência, a meiguice, a habilidade na dança e nos trabalhos manuais. Hermes, porém, pôs no seu coração a traição e a mentira. Feita à semelhança das deusas imortais, destinou-a Zeus à espécie humana, como punição por terem os homens recebido de Prometeu o fogo divino. Foi enviada a Epimeteu, a quem Prometeu recomendara que não recebesse nenhum presente dos deuses. Vendo-lhe a radiante beleza, Epimeteu esqueceu quanto lhe fora dito pelo irmão e a tomou como esposa.




Ora, tinha Dimitrius em seu poder uma caixa que lhe haviam dado os deuses, que continha todos os males. Avisou a mulher que não a abrisse. Pandora não resistiu à curiosidade. Abriu-a e os males escaparam. Por mais depressa que providenciasse fechá-la, somente conservou um único bem, a esperança. E dali em diante, foram os homens afligidos por todos os males.



Uma outra versão diz que a intenção de Zeus quando mandou Pandora para a Terra, era a de agradar aos homens, e que seu presente de casamento à moça foi uma caixa onde cada um dos deuses havia colocado um bem. Infelizmente, porém, Pandora abriu a caixa sem querer, e todos os bens escaparam e desapareceram, com exceção da esperança que só se vai com a permissão do homem que a traz, jóia preciosa que fortifica o homem e lhe dá condição de enfrentar todos os males com que a vida o maltrata.

sexta-feira, 25 de março de 2011

Liberdade, liberdade

Quando iniciou a febre da internet, pensei agora poderei me comunicar com o mundo, dizer o que bem penso expor minhas idéias, pois afinal o que será de um homem que não aja para melhorar o mundo em que vive.

Entretanto escrever, pensar e publicar os textos que possam melhorar a sociedade, nem sempre è bem aceito, entendido, compreendido.


Para nossos inimigos políticos, ou qualquer pessoa è fácil acessar meu blog e saber o que estou pensando, quais meus planos, anonimamente sem deixar rastros algum.
 Desta forma se utilizam desta ferramenta para se informar, investigar e bisbilhotar o que penso e escrevo.

Naturalmente que esta è uma via de duas mãos, pois eu também, confesso bisbilhoto blogs de outros escritores como eu.

O que a todos frustra e a mim mais ainda è de que existe certa barreira imposta pela cultura local, onde não podemos expor o todo, a verdade imediata para que não sofresse-mos ainda mais com as retaliações em todos os níveis.



Ou seja, a liberdade de imprensa e democrática ainda está longe muito longe de ser completa.
E muito mais a preservar o que se pensa, como dizia o Legiao Urbana, nao use o que eu disse contra mim.

quarta-feira, 16 de março de 2011

Tarso Genro, entre a cruz e a espada....

Porque Rogério Benites quer que seja construído um novo Hospital totalmente Público 100% SUS (Sistema Único de Saúde) em Santana do Livramento, se ele è funcionário do Hospital Santa Casa de Misericórdia?


Em primeiro lugar è importante destacar a luta permanente que tenho feito pela saúde pública em nosso município e região, seja em defesa dos direitos dos trabalhadores da área da saúde, em especial em defesa dos direitos trabalhistas e do próprio emprego dos trabalhadores do Hospital Santa Casa e do próprio hospital, ou seja, destinando emendas parlamentar, através do mandato da ex-deputada federal Luciana Genro do PSOL, em beneficio da comunidade como um todo, para construção de postos de saúde ou para investimentos na Santa Casa, tendo como objetivo fundamental, manter o hospital de portas abertas atendendo a população mais necessitada de nosso município e região.

Em segundo lugar e de maior relevância devido a conjuntura política atual, è de que o governador do Rio Grande do Sul Sr. Tarso Genro do PT em sua “ Manifesto à Saúde”, do dia 11 de setembro de 2010, postado em seu blog, ao qual afirma que construirá 4 (quatro) Hospitais Regionais de média e alta complexidade com especialidades como traumatologia e cirurgia geral, aproveitando os recursos do governo federal e investindo nas estruturas já existentes que ainda não contam com serviços de média e alta complexidade.

Imaginemos os benefícios, tomando como base o Hospital que está sendo construído em Palmeira das Missões, orçado em R$ 40 milhões de reais. Estes recursos estão sendo investidos na economia local, gerando emprego e renda em diversos setores da economia. Após estar pronto, a administração do hospital terá que contratar médicos, enfermeiras, técnicos, auxiliares administrativos, além de novos equipamentos, materiais de expediente etc...


No entanto è de fundamental importância perceber a verdadeira conseqüência de todo o processo, caso seja construído este hospital em Livramento, será um Hospital Público Totalmente SUS, gratuito de qualidade para atender a nossa população santanense com dignidade. Ademais, poderemos atrair pacientes de outras cidades e regiões, diferente do momento atual, onde somente mandamos nossos entes queridos que estão doentes para serem atendidos em outros centros.


Com a construção deste novo hospital a Santa Casa de Misericórdia será fortalecida em outras especialidades e complexidades, vide UTI tipo 2 ou a nossa proposta construir uma UTI Neo-natal. Desta forma, a Santa Casa deverà andar no mesmo nível do hospital público, pois recebe e continuará recebendo recursos públicos, tanto quanto, ao atendimento a população, quanto à valorização de seus profissionais em todos os níveis.


Entretanto a decisão está nas mãos de nosso governador Tarso Genro, que estará em Livramento no final deste mês. Construir o novo Hospital Público Totalmente SUS, gratuito e de qualidade, ou assumir o Hospital Santa Casa de Misericórdia tornando-o totalmente SUS. Sendo um referencial, de alta complexidade na área da saúde, garantindo a atendimento a população gratuitamente aos usuários do SUS, o emprego e os direitos dos mais de 300 trabalhadores.


Suprindo a maior demanda da região da fronteira, agindo estratègicamente no combate ao maior índice negativo de qualquer governante, a saúde, ficando na história e após implementar por todo o Estado do Rio Grande do Sul esta política, certamente será reeleito prospectando "novos" e ambiciosos vôos políticos, além de eleger è claro o próximo prefeito de
Livramento.



Acompanhem abaixo o “Manifesto da Saúde”

http://www.blogdotarso.com.br/manifesto-da-saude/





No último sábado, dia 11 de setembro, apresentamos o Manifesto da Saúde, um documento que sintetiza, em seis tópicos, as principais diretrizes do governo da Unidade Popular pelo Rio Grande, calcados no compromisso de aplicar 12% do orçamento na Saúde. O lançamento aconteceu em Palmeira das Missões, onde começará a ser construído, nos próximos meses, um hospital público regional. O complexo terá um custo de R$ 40 milhões, 180 leitos e atenderá casos de média e alta complexidade.

Veja os demais compromissos que fazem parte do manifesto:

- Construção de quatro Hospitais Regionais de média e alta complexidade com especialidades como traumatologia e cirurgia geral, aproveitando os recursos do governo federal e investindo nas estruturas já existentes que ainda não contam com serviços de média e alta complexidade;

- Conclusão e construção de 50 Unidades de Pronto Atendimento (UPAs), garantindo a conclusão das 18 UPAs que estão em andamento e contruindo mais 32;

- Levar equipes completas do Programa de Saúde da Família (PSFs) para todos

os municípios gaúchos;

- Garantir um centro de Especialidades para cada região;

- Reduzir a Mortalidade Infantil

Acesse o link abaixo para assinar via on line pela construçao do hovo Hospital Pùblico em Santana do Livramnento.

http://www.peticaopublica.com.br/PeticaoListaSignatarios.aspx?pi=P2010N4463

Rogério Benites 16 de março de 2011

quarta-feira, 2 de março de 2011

Dilma dà com uma mäo e tira com as duas ....

Enquanto acompanhamos a real situaçao econômica do Brasil, percebemos seu real viläo a Divìda pùblica e a farra dos Rentistas capitalistas.

Por outro lado a midia nacional deu enfäse ao aumento do Bolsa Familìa do governo Dilma de 40 milhöes de beneficiados passarà para 50 milhöes de familias, dando destaque tambèm para aumento em percentual nos valores pagos as familias de baixa renda. Ou seja, faz a mèdia com o poväo mais necessitado, dando uma merrèca de aumento, tanto em nùmero de participantes, quanto em aumento real em porcentagem.

Dilma por outro lado retira com as duas mäos do povo brasileiro cortando do orçamento 50 bilhöes do orçamento.

Acompanhe abaixo.

O Portal G1 mostra que o COPOM (Comitê de Política Monetária do Banco Central) correspondeu às expectativas do mercado financeiro e aumentou novamente as taxas de juros brasileiras - que já eram as maiores do mundo – em mais 0,5%, para 11,75% ao ano. Apesar do governo ter justificado a política de ajuste fiscal – com os cortes orçamentários de R$ 50 bilhões - sob o argumento de que isto iria conter a inflação e assim permitir a queda nas taxas de juros, isto em nada impediu a decisão do Banco Central de subir a taxa, o que beneficia os rentistas da dívida pública.

Enquanto não há limite para os gastos com a dívida, os cortes de R$ 50 bilhões prejudicarão atividades essenciais do Estado, como a fiscalização ambiental, o combate à corrupção e ao crime em geral. Notícia do jornal Correio Braziliense mostra que o corte de passagens e diárias afeta diretamente as operações de fiscalização do IBAMA (Instituto Brasileiro do Meio Ambiente e Recursos Naturais Renováveis) e da Polícia Federal. Enquanto o Ministério do Meio Ambiente perdeu 37% dos recursos, o Ministério da Justiça – onde se encontra a Polícia Federal - perdeu nada menos que 64% dos recursos.

Enquanto se discute o corte de R$ 50 bilhões de gastos sociais, somente nos primeiros 2 meses de 2011 já foram gastos nada menos que R$ 177 bilhões com juros, amortizações e refinanciamento da dívida pública. (fonte: SIAFI)

Portanto, os vilões das contas públicas não são os servidores públicos, nem a Previdência Social, nem os gastos sociais (saúde, educação, reforma agrária, etc). O verdadeiro ralo do orçamento é o gasto com a dívida pública.

terça-feira, 1 de março de 2011

Governo Federal cortarà 50 bilhöes em àreas sociais





Os jornais de hoje mostram como o governo deve cortar R$ 50 bilhões do orçamento de 2011, sacrificando gastos sociais para manter intocados os pagamentos da questionável dívida pública, que consumiram 44% do orçamento federal de 2010, em favor de grandes rentistas e banqueiros.

Os gastos com pessoal foram reduzidos em R$ 3,5 bilhões, por meio do adiamento de concursos públicos, prejudicando a população que fica com menos servidores à sua disposição. Os atuais servidores também sofrerão, ficando sem reajuste este ano. Foram também reduzidos os gastos com Previdência Social e seguro-desemprego.

Foram também cortados gastos de diversos ministérios, como o das Cidades, por meio da redução de R$ 5 bilhões no Programa “Minha Casa Minha Vida”. Também foram cortados R$ 929 milhões da Reforma Agrária, R$ 3,1 bilhões da Educação, R$ 578 milhões da Saúde, R$ 1,5 bilhão dos Esportes, R$ 398 milhões do Meio Ambiente, R$ 2,3 bilhões dos Transportes, dentre vários outros cortes.

As diárias e passagens serão reduzidas em 50%, afetando atividades essenciais como, por exemplo, o combate ao trabalho escravo, assistência aos assentamentos de reforma agrária, dentre muitas outras áreas.

Desta forma, as pessoas irão continuar sofrendo nas filas dos hospitais, sem transporte público ou educação de qualidade, sem acesso à terra, etc, tudo isso para privilegiar um pequeno grupo de rentistas que vive às custas do povo.

O governo também anunciou auditorias dos gastos com pessoal, previdência, abono e seguro-desemprego, esquecendo-se de auditar o principal gasto do orçamento: a dívida pública, cuja auditoria está prevista na Constituição de 1988, porém jamais realizada.