Anàlise Concreta da Realidade Concreta, nao mais censurado.















quarta-feira, 14 de março de 2012

Porto alegre " O dia em que a terra parou".

O dia em que Porto Alegre parou. A chuva abençoada, tao esperada, que desandou no inicio desta manha de quarta-feira 14 de março aqui em Porto Alegre, trouxe alivio, afugentou o forte calor escaldante que reinava acima dos 40 graus a mais de semana na capita de todos os gaúchos. Entretanto, suas consequências foram catastróficas, causando o caos, a cidade parou, ruas ficaram como rios, cheios de muita água, os sacos de lixo desciam levados pela enxurrada, tudo transbordou, os bueiros que aqui chamam de boca de jacaré não deram conta, as pessoas tentavam transpor de uma calçada a outra mesmo com a água na cintura. No centro histórico, tudo parou, até mesmo os táxis não pegavam ninguém, pois não queriam colocar em perigo de estragar seu meio de sobrevivência, enfim Porto Alegre parou, com a chuva abençoada, sem vento, forte mas sem aquele vento, vento que nós da fronteira estamos acostumados, quando fica preto lá pro lado do Uruguai, uma cruz de sal resolve. Porto Alegre mostrou sua verdadeira face, a chuva, a forte chuva a desnudou, rios se formaram no centro, zona norte, sul , paralisando a metrópole. Agora imaginem os pobres que moram na ilhas, as mães, crianças e idosos todos ensopados, mais uma vez tiveram que sair as pressas, milhares perderam seus poucos bens, pela chuva abençoada, os trabalhadores sofreram para pegar o ineficaz ônibus para chega ao seu local de labor, certamente milhares não conseguiram, sofreram com a espera, todos molhados,isso a TV não mostra. Definitivamente, Porto Alegre parou, desmitificou-se, deixando suas mazelas expostas, falhas administrativas,de governos que vive de mídia paga, incapaz, incompetentes, o sistema de escoamento nao funcionou, o de esgoto muito menos,falhou, o transito paralisou, tudo parou o caos chegou do céu pela chuva abençoada. Porto Alegre não tem condições de sediar uma copa do mundo se não agir rapidamente para suprir suas necessidades mais urgentes, salta aos olhos, até mesmo de quem mora a pouco tempo aqui, como eu. Os modais de transporte devem ser repensados, o metro ligando zona norte ao centro e a zona sul é para ontem, assim como as obras de infraestrutura prometidas pelos governos, como a revitalização do Guaíba, sua total despoluição, com abertura de novos caminhos para que a água chegue ao rio é de fundamental importância. O aviso chegou com a chuva abençoada, a grande obra da copa que deve ficar para os gaúchos, é um bem que verdadeiramente o povo poça desfrutar em sua totalidade, aproveitar integralmente, em toda sua concepção, como um novo Hospital, moderno de última geração, gratuito totalmente SUS, que atenda a todos os gaúchos e gaúchas do Rio Grande do Sul e ao povo brasileiro que aqui nos requisitar. Pois os jogos em pleno inverno 2014,com frio minuano e a chuva abençoada, o povo, os trabalhadores não poderão ir, pois não terão como pagar para olhar os jogos ao vivo no beira rio, se este ficar pronto até lá, eles arrumam um jeito, tenham certeza. Boa noite.

sábado, 25 de fevereiro de 2012

Aplatéia informa sobre lider do PSOL Rogério Benites.



Santanense ocupa cargo técnico-político na capital gaúcha

Rogério Benites do PSOL está á frente da DPF Diretoria de Patrimônio e Finanças da Câmara de Vereadores de Porto Alegre gestão 2012, indicado pela ex-Deputada Federal Luciana Genro e pelo presidente Estadual da sigla Vereador Pedro Ruas, Benites assumiu no inicio deste ano a relevante tarefa política e técnica ao qual foi incumbido pelas lideranças estaduais de seu partido.

Rogério Benites tem sob sua responsabilidade gerir o orçamento da Câmara de Vereadores da capital, num montante de R$ 86 milhões, 02 seções e 07 setores estratégicos do poder legislativo, assegurando desta forma o controle do patrimônio e a execução orçamentária e financeira, controlando recursos necessários à implementação das atividades inerentes aos processos da Câmara Municipal.

Benites tem sua história de luta construída na área da saúde atuando por 14 anos no Hospital Santa Casa de Misericórdia, articulando emendas em beneficio de nossa cidade através do mandato da ex-deputada federal Luciana Genro para área da saúde, educação e geração de renda, formado em Administração de Empresas, foi candidato a Deputado Federal em 2006 e 2010 e a Prefeito em 2008, destacou-se nas denuncias de corrupção que desviou R$ 500 mil dos cofres do Hospital de nossa cidade, é o único que cobra da sociedade o encerramento do inquérito da PF.


Em 2009 foi mentor da Frente em Defesa da Santa Casa, movimento que envolveu todas as representações políticas, tendo por objetivo evitar o fechamento da mesma, tendo conquistado por seis meses, garantindo desta forma o emprego para mais de 300 trabalhadores e o atendimento a população santanense em especial aos usuários do SUS, antes de seu fechamento em outubro de 2011.


Perseguido politicamente pela sua atuação em defesa dos direitos dos trabalhadores e do próprio hospital foi despedido injustamente em 2007, após batalhas judiciais venceu, sendo reintegrado ao quadro funcional da Santa casa em 2010. Assediado pelo provedor e a direção da Nova Santa Casa, Benites foi novamente demitido em março de 2011, por realizar no hall de entrada dos funcionários uma campanha de arrecadação de alimentos não perecíveis, água e material de higiene para os desabrigados da cidade de São Lourenço do Sul, ao qual tinham sido vitimas de uma enchente que destruiu a cidade matando oito pessoas e deixando milhares de desabrigados, encerrando desta forma sua participação na entidade de saúde de nossa cidade.

Certamente a nossa liderança galgará vôos políticos maiores, tendo em vista a importância do cargo que está a frente e a experiência adquirida na Administração Pública praticada na capital dos gaúchos.

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Concurso Magistério e funcionários de Escola

Informes:
Para quem está correndo atrás de um trabalho digno, onde sejamos valorizados como profissionais e seres humanos, ser servidor do Estado é uma boa pedida. Acompanhem abaixo as oportunidades, através do concurso para professores e funcionários de escola do Rio Grande do Sul.




O Governo do Estado, por intermédio da Secretaria Estadual da Educação (Seduc), informa que o primeiro passo para concretizar o concurso do magistério foi dado com a publicação do regulamento no Diário Oficial do Estado, na ultima sexta-feira (28). As vagas serão por região e a expectativa é de que cheguem próximo a 10 mil professores para atuarem na rede pública estadual a partir de 2012. O Edital especificando a data de execução e regras mais detalhadas das provas do concurso do magistério será publicado nos próximos dias.



O concurso para funcionários de escola, ainda sem data definida, deve acontecer em 2012, mas a sua regulamentação já está definida no mesmo decreto publicado no último dia 28. O regulamento anterior datava de 1984, portanto sem considerar a atual Lei de Diretrizes e Bases da Educação Nacional (LDB).



Bom estudo.





Rogèrio Benites 55 99665688



http://rogeriobenites.blogspot.com

domingo, 23 de outubro de 2011

14 de Julho 1 x 0 Internacional



Esperava que no jornal Aplatéia de hoje domingo 23 de outubro dessem relevância ao fato histórico acontecido ontem em Porto Alegre, onde o meu Leão da Fronteira venceu por 1x0 o Internacional pela copa Laci Ughini eliminando o Internacional desta competição. Pela primeira vez na história, o 14 de julho em um campeonato valendo pontos obtém esta conquista frente ao poderoso Internacional de Porto Alegre.


Se eu fosse o editor colocaria um Leão engolindo o Saci, ao menos uma charge, como exemplo, quando terminou o jogo liguei para minha mãe que está em Santa Catarina, perguntei a ela se ela sabia da última noticia, de que havia acontecido em Porto Alegre?

Dize-me que não, eu respondi dizendo que um Leão, furioso havia se soltado causando pânico em todos na cidade, ela se interessou e perguntou-me o que havia acontecido com o tal Leão, disse que ele tinha entrado no Beira Rio e comido um Saci, daí foi só risadas, ela não acreditava que tínhamos ganho do Inter em pleno Beira Rio por 1x0.

Relato este fato, pois além de ser quatorzeano rubro-negro e sou gremista tricolor dos pampas, quando era guri sofri muito por ser do grêmio levamos oito anos para ganhar um titulo gaúcho, mas em 77 quando o grêmio veio jogar um amistoso em Livramento contra o 14 de julho, eu e meu primo Sérgio pulamos o muro para olhar o jogo, me apaixonei ainda mais pelo ilusório futebol especialmente por este clássico suas cores, historias e tradições, pude jogar graças a Deus no 14 de julho por três temporadas, pois sonhei e realizei um dos maiores prazeres da vida, fazer um gol em uma partida de futebol profissional valendo, e fiz muitos no João Martins, ver a massa levantando-se e gritando Golllllllllllllllllllllllllllllllllll, é indescritível, arrepios, adrenalina, saudades, ontem a gurizada do 14 me fez feliz novamente, valeu meu Leão.

terça-feira, 20 de setembro de 2011

Mantega, Brasil emprestará U$ 10 bilhoes a Europa. Que palhaçada esse governo

O jornal Estado de São Paulo mostra que o Brasil irá financiar o FMI, para que este possa emprestar recursos a países europeus em crise. Tais empréstimos do Fundo são condicionados a políticas nefastas, conforme noticiado hoje pelo mesmo jornal: “FMI pede 100 mil demissões na Grécia”.




Para emprestar mais uma parcela de US$ 8 bilhões à Grécia, o FMI exige um “corte adicional de 20 mil funcionários públicos, além dos 80 mil que estavam para ser cortados até 2015. Essa seria apenas a primeira de 15 novas exigências do FMI. Outras ações incluiriam o corte de aposentadorias e salários, além do fechamento de serviços públicos.”



O Brasil poderá destinar US$ 10 bilhões das reservas internacionais para “ajudar” países europeus. É importante relembrar que estes dólares são obtidos às custas de mais dívida interna, que paga os juros mais altos do mundo, às custas do povo. Enquanto isso, o rendimento que o país receberá aplicando este dinheiro no FMI ou em títulos da dívida européia será muito menor.



Em suma: o povo brasileiro pagará caro para financiar o FMI, e todo este esforço ainda servirá para sacrificar ainda mais o povo europeu.



Ao mesmo tempo em que destina US$ 10 bilhões para esta finalidade nefasta, o governo nega recursos às áreas sociais urgentes, e se recusa a reajustar o salário de servidores públicos ou aumentar os recursos da saúde.



Nesta semana, deve ser votada na Câmara dos Deputados a regulamentação da Emenda Constitucional 29, que poderia aumentar o orçamento da saúde, conforme mostra a Folha Online. Porém, a base do governo condiciona este aumento à criação de uma nova CPMF, um tributo injusto, que é repassado para os preços dos produtos e pago principalmente pelos mais pobres. Além do mais, conforme comentado em edição anterior deste boletim, esta nova CPMF – assim como a primeira - pode ser utilizada mais uma vez para a obtenção das metas de superávit primário, e não para financiar a saúde.



Agravando a situação, o texto que deve ser aprovado esta semana na Câmara permite que os estados excluam as receitas destinadas ao FUNDEB (Fundo de Manutenção e Desenvolvimento da Educação Básica) da base de cálculo dos 12% mínimos para a área da saúde. Em bom português: ao invés de aumentar os recursos da saúde, esta tão aguardada regulamentação da Emenda 29 pode reduzi-los em cerca de R$ 6 bilhões!



Enquanto isso, o setor financeiro – que fica com metade do orçamento federal - assiste de camarote a esta falsa discussão, que nem chega perto de tocar a verdadeira causa da falta de recursos para a saúde: o endividamento público.

quarta-feira, 17 de agosto de 2011

Professores entram em greve em 22 Estados

O Jornal Estado de São Paulo noticia a paralisação dos professores em 22 estados brasileiros, pelo cumprimento do piso salarial, que já foi confirmado até pelo Supremo Tribunal Federal. Ou seja: os governos estaduais não estão cumprindo uma ordem da Corte Suprema.


Sobre este tema, cabe ressaltar que, em 2010 o governo federal destinou 45% de seu orçamento para o pagamento da dívida pública e apenas 9,24% para as transferências a estados e municípios. Nas últimas décadas, a União tem aumentado a arrecadação das chamadas "contribuições", que não são repartidas entre os entes federados, e ainda nem são destinadas totalmente a suas finalidades originais, devido à existência de mecanismos como a DRU (Desvinculação das Receitas da União). No início do mês, o governo apresentou a Proposta de Emenda à Constituição nº 61/2011, que prorroga a DRU até dezembro de 2015, no sentido de continuar usando recursos da Seguridade Social e outras áreas sociais para o pagamento da dívida.

Outra forma na qual a União retira recursos dos entes federados é a cobrança da questionável dívida dos estados, cujos juros (6% a 9% ao ano mais a inflação medida pelo IGP-DI) causam custos excessivos, conforme reconheceu o Relatório Final da CPI da Dívida na Câmara dos Deputados, aprovado pela própria base do governo e pelo PSDB. O Portal da Assembleia Legislativa de MG noticia o lançamento da Frente Parlamentar em Defesa da Renegociação da Dívida Pública de MG, que contou com a presença de membros do Núcleo Mineiro da Auditoria Cidadã da Dívida. Um dos membros, o ex-deputado federal Sérgio Miranda, afirmou que "o juro cobrado de Minas Gerais é mais alto do que o cobrado quando o Brasil empresta dinheiro para outros países, como a Bolívia. "IGP-DI, mais 7,5%, ao ano é uma excrescência". Ainda segundo o Portal da ALMG, "A renegociação da dívida, segundo Miranda, foi feita com a única preocupação de preservar os interesses dos investidores, que compravam títulos públicos dos Estados."

O jornal Folha de São Paulo mostra que o governo federal trabalha contra a aprovação de qualquer projeto que aumente os gastos sociais, sob a justificativa de que o país precisaria conter despesas para enfrentar a crise. O governo não aceita reajustes do funcionalismo público, o fim do fator previdenciário, ou o piso salarial nacional dos bombeiros e policiais dos estados (“PEC 300”). Diz o governo que não pode haver elevação nos gastos públicos, pois a crise pode reduzir a atividade econômica e reduzir a arrecadação tributária.

Porém, esta regra não se aplica aos gastos com a dívida pública federal, que neste ano (até 15 de agosto) já atingiram R$ 552,2 bilhões, o que representa nada menos que 53% do orçamento, conforme mostra o Dividômetro da Auditoria Cidadã da Dívida.

O Editorial do jornal O Globo elogia esta decisão do governo, alegando equivocadamente que os gastos com servidores seriam os vilões do orçamento.

Já a Folha Online diz que o Brasil pratica juros altos “em razão do elevado gasto público e histórico de moratória, confisco e renegociações em décadas passadas”. Porém, cabe comentar que o Brasil não possui gasto público elevado, dado que pratica altíssimos superávits primários há mais de uma década. Os únicos gastos elevados são os destinados ao próprio pagamento da dívida. As taxas de juros são mantidas elevadas sob o argumento de combate à inflação, porém esta tem sido causada pela alta de alimentos, combustíveis e preços administrados pelo próprio governo, que não podem ser combatidos com alta de juros.

Conforme mostra a Folha Online, membros da equipe econômica dizem que, caso o parlamento aprove projetos que aumentam os gastos, o Brasil iria "se transformar em uma Grécia". Porém, cabe ressaltar que o governo brasileiro já age da mesma forma que o governo grego, contendo os gastos com servidores para privilegiar o pagamento da dívida.

Para garantir esta política nefasta na Europa, os governos da França e Alemanha propuseram um “governo econômico” para os 17 países da Zona do Euro, que seria comandado por uma única pessoa nomeada, conforme mostra outra notícia da Folha Online. Este governante não-eleito teria por função “equilibrar as contas” destes países, leia-se, cortar gastos sociais para pagar a dívida. Tal proposta é a explicitação mais nefasta do poder absoluto e “biônico” do setor financeiro sobre os povos.

A notícia também mostra que os governos da França e Alemanha propuseram um Tributo sobre as Transações Financeiras, o que seria positivo, não fosse a destinação dos recursos: “aliviar a crise”, leia-se, salvar o próprio setor financeiro.