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domingo, 20 de junho de 2010

Zero-Hora Dominical

Pedro Ruas do PSOL,  tem lado, està ao lado povo, trabalharà para o povo gaùcho, com posiçoes firmes e concretas, com projeto que questione a divida pùblica com a Uniao e a mazela da CORRUPÇAO, desta forma provando que hà recursos financeiros sim para que o Estado supra as necessidades sociais mais urgentes, como saùde, educaçao, segurança e geraçao de emprego e renda de nossa populaçao.

acompanhem abaixo o texto de Rosane Oliveira.

Quem se eleger governador em outubro não terá como escapar de enfrentar um tema que no Rio Grande do Sul é sinônimo de desgaste: os pedágios. Os contratos com as atuais concessionárias vencem em 2013. Mesmo que não simpatizem com a cobrança de pedágio, os candidatos sabem que o Estado não tem dinheiro para conservar as rodovias hoje administradas pela iniciativa privada. A dúvida é: abrir nova licitação ou negociar a prorrogação?




A governadora Yeda Crusius tentou prorrogar os contratos em troca da realização de um conjunto de obras, mas foi impedida pela oposição e por sua própria base de apoio. O eleito neste ano terá de começar a tratar das estradas já no primeiro dia de governo, para que ao término dos atuais contratos não haja problema de continuidade na conservação das rodovias.



O que fazer com as estradas é tema certo da campanha eleitoral. Pode-se ter certeza de que estará presente nos debates e nas entrevistas. A Página 10 se antecipa e revela o que pensam, hoje, os principais candidatos ao Piratini:



José Fogaça (PMDB) – Defende a revisão dos contratos, com alteração no modelo de concessão para reduzir o valor pago pelo usuário.



Luis Augusto Lara (PTB) – Defende uma nova licitação para os contratos de concessão das rodovias, com “metade do valor atual da tarifa e a duplicação das estradas.”



Pedro Ruas (PSOL) – É favorável ao fim dos pedágios. Ao final dos contratos existentes, propõe que as estradas voltem a ser administradas pelo poder público.



Tarso Genro (PT) – Considera mais razoável a abertura de nova licitação, baseada no modelo adotado pelo governo federal, que resultou em tarifas mais baixas, mas não descarta prorrogar os contratos, depois de negociar investimentos e redução do valor cobrado.



Yeda Crusius (PSDB) – Entende que “não cabe nenhuma decisão por parte do governo estadual, pois os contratos já foram devolvidos ao governo federal, e é ele que deverá tomar a decisão sobre o que fazer em 2013”.

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