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quarta-feira, 16 de fevereiro de 2011

Ao povo o que è do povo



Quando tenho a oportunidade de estar em uma cidade diferente da nossa, seja por passeio, negòcios, ou outros motivos quaisquer, costumo observar seu povo e como ele se comunica, se relaciona com seus monumentos, instituiçoes, e, entre ele (povo) mesmo.



Sua cultura surge na preservaçao desses monumentos, na liberdade de seu povo de ir e vir, sua història è contada por pessoas, no banco das praças, debaixo de testemunhas vivas, Ipes, Acacias, Seringueiras com suas magestosas raizes e seus mantos de sombras maravilhosas.




Ao entrar em um banheiro pùblico posso observar melhor como seu Gestor (Prefeito), esta tratando seu povo, a higiene, o espaço, a liberdade.

Existem lugares que apesar de todas as dificuldades do dia a dia, da ignorancias de certas pessoas, as àrvores sao preservadas, as ruas estao sendo limpas, os banheiros estao limpos, o povo pode caminhar e se comunicar entre ele, seguro, livre para seguir lutando por dignidade.
Existem Hospitais que tratam bem as pessoas, existe vida , atè mesmo no furor do consumo capitalista.

Quando serà que Livramento terà seus espaços assim?

Pois aqui sempre conseguem uma desculpa, ela (a àrvore centenària), estava podre, seca, o tùnel da Silveira, estava intupindo as calhas das casas, as àrvores do parque Internacional tinham que ser podadas assim para melhor seguranças do turistas de compra.

Devemos preservar a Cultura e a Educaçao de nosso povo para que nossos filhos tenham referencia e continuem nossa luta por um lugar melhor para se viver.

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