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terça-feira, 5 de outubro de 2010

A derrota de Livramento

Livramento sofreu uma grande derrota nesta eleição, pois não conseguimos reeleger a nossa deputada federal Luciana Genro do PSOL (129 mil votos), a nossa maior guerreira em defesa de nossos interesses, pois Luciana sempre esteve ao nosso lado sendo a porta voz do povo e dos trabalhadores santanense.


Os números demonstraram também uma dura realidade para nós do PSOL, mesmo com uma política forte, firme e coerente, obtive apenas 884 honrados votos, sendo estes 737 votos em nossa cidade, ao qual sou eternamente grato.

Estas pessoas entenderam conscientemente da importância de participar e não tão somente votar por votar, estes cidadãos não foram atrás do dinheiro das falsas promessas, do voto útil, assim como os amigos de Viamão, Porto Alegre, Montenegro, Alvorada, Pelotas, Santa Maria, Santiago, Barra do Ribeiro, Quarai, Bagé, Dom Pedrito, Alegrete, Torres, Capao da Canoa, Caxias, que me honraram com seu voto.

Eles disseram em alto e bom tom:

“não aceitamos a situação em que está vivendo o nosso povo, falta de emprego, as pessoas continuam indo embora da cidade, não aceitamos a corrupção, as mentiras, os desvios de recursos do hospital, o caos social”.

Queremos uma pampa rica e não o que está ai posto para nós e nossos filhos.

A região da campanha em especial Livramento quer um hospital totalmente SUS para atender o povo e os trabalhadores com respeito e dignidade, queremos a Uergs forte formando médicos e enfermeiros, gerando renda e oportunidades, os governos devem a valorizar das mulheres e dos trabalhadores e não tão somente os empresários e a questão econômica.



Agradeço muitíssimos os 204 votos da nossa companheira Jaqueline Martins, aos 150 votos do nosso companheiro Roberto Robaina e os 489 votos da Luciana Genro e o votos em nosso candidato a governador Pedro Ruas.

Amigos, Deus quis assim

Muito obrigado do fundo do coração, muito obrigado, que Deus continue sempre conosco, sei que fiz a batalha justa, lutei com todas as forças, utilizei todos os recursos disponíveis, sabia da conjuntura difícil e complicada, onde era mais fácil estar ao lado dos quem iriam supostamente ganhar, ao lado dos detentores do poder e do dinheiro, entretanto não nos rendemos dissemos os que muitos não queriam ouvir, defendemos os mais fracos, pobres, trabalhadores e oprimidos, perdi, mas estou de cabeça erguida com a consciência tranqüila, continuarei, pois perdi a batalha e não a guerra.

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